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terça-feira, 13 de abril de 2010

O Dom da Indulgência

Entende-se por indulgencia a remissão perante Deus, da pena temporal devida aos pecados cuja culpa já foi apagada.O caminho da reconciliação tem o seu centro no sacramento da penitencia, mas também depois do perdão do pecado, o ser humano permanece marcado por aqueles “resíduos” que não o tornam totalmente aberto à graça, e precisa de purificação e daquela renovação total do homem em virtude da graça de Cristo, para cuja obtenção o dom da indulgencia lhe é de grande ajuda. A Igreja, é que, enquanto dispensadora da redenção, distribui e aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos. A Indulgência plenária só pode ser obtida uma vez por dia. Mas para consegui-la, além do estado de graça, é necessário que o fiel:

· Tenha disposição interior do completo afastamento do pecado, mesmo só venial (pecados perdoáveis);

· Se confesse sacramentalmente dos seus pecados;

· Receba a Santíssima Eucaristia;

· Ore segundo as intenções do Sumo Pontífice.

As indulgencias são sempre aplicáveis, a si próprio ou às almas dos defuntos, mas não a outras pessoas vivas sobre a terra.

Consiste nas indulgencias jubilares, o cumprimento de algumas obras:

· Obra de piedade ou religião: fazer uma piedosa peregrinação a um santuário ou Lugar Jubilar, como também visitar uma Basílica realizando algum exercício de piedade;

· Obra de misericórdia ou caridade: visitar durante algum tempo algum doente ou necessitado, como também contribuir com obras de caráter religioso ou social;

· Obra de penitencia (pelo menos por um dia): Abster-se de consumos supérfluos, ou fazer abstinência de carne.

Resumo de artigo, dado em Roma, na sede da Penitenciaria Apostólica, 29 de Janeiro de 2000.

Por Anderson Costa

anderson.cardosocosta@yahoo.com.br

Fazendeiro é condenado a 30 anos de prisão no caso Dorothy Stang

O fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, acusado de ser o mandante da morte da missionária norte-americana Dorothy Stang, foi condenado a 30 anos de prisão, nesta segunda-feira, 12.

Essa foi a terceira vez que o fazendeiro, conhecido como "Bida", foi submetido a júri popular. Na primeira vez, ele foi condenado e na segunda, absolvido, mas o Tribunal do Júri de Belém anulou a sentença em julgamento de recurso de apelação movido pelo Ministério Público.

A sentença foi dada na noite de segunda-feira pelo juiz Raimundo Moisés Flexa, da 2ª Vara do tribunal. O fazendeiro foi condenado por homicídio duplamente qualificado. Vitalmiro teve a pensa agravada "pelo fato de a vítima ser pessoa idosa", segundo site do Tribunal de Justiça do Pará. "A tese defendida pela acusação foi de homicídio duplamente qualificado, praticado com promessa de recompensa, motivo torpe e uso de meios que impossibilitaram a defesa da vítima", acrescentou.

A irmã Dorothy foi assassinada em 2005, aos 73 anos, com seis tiros em um assentamento em Anapu, no Pará.

Fonte: Canção Nova

Bispos da Regional Norte II da CNBB reiniciam “ad Limina Apostolorum” do episcopado brasileiro

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 12-04-2010, Gaudium Press) Recomeçou nesta segunda-feira, com a Regional Norte II da CNBB, a visita "ad Limina Apostolorum" que o episcopado brasileiro vinha fazendo desde setembro do ano passado a Roma e ao Papa Bento XVI e que fora interrompida por conta das festas de fim de ano e de Páscoa. Fazem parte da Regional os bispos dos estados do Amapá e do Pará.

Esta manhã, Bento XI recebeu em audiência no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo os primeiros prelados do grupo: dom Flávio Giovenale, de Abaetetuba; dom Alessio Saccardo, de Penta de Pedras; dom Jesús María Cizaurre Berdonces, Prelado de Cametá; e dom Bernardo Johannes Bahlmann, Prelado de Óbidos, todos no estado do Pará.

Entre os inúmeros compromissos, visitando os organismos da Santa Sé, os bispos participam na quinta-feira, na sede da Rádio Vaticano, de uma coletiva de imprensa. A visita "ad Limina" do Regional Norte 2 prossegue até o dia 26. Após os bispos do Pará e Amapá, será a vez do Regional Sul 2 da CNBB (Paraná), de 3 a 14 de maio. Com CNBB.

Fonte: Gaudium Press

Bento XVI envia doação às vítimas das chuvas no Rio de Janeiro

Com uma doação de 50 mil dólares, o Papa Bento XVI enfatizou sua solidariedade com as vítimas das chuvas e deslizamentos no estado do Rio de Janeiro. O Santo Padre enviou sua doação em dinheiro por meio do Pontifício Conselho ‘Cor Unum’ ao Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, por intermédio da Nunciatura Apostólica no Brasil.

Dom Orani foi comunicado sobre a doação de Bento XVI através de uma carta escrita pelo Cardeal Josef Cordes, presidente do Pontifício Conselho Cor Unum.

Com esse gesto, o Papa “quer sentir-se próximo das famílias que estão sofrendo, assim como daqueles que generosamente estão trabalhando nas operações de emergência”.

Cerca de 239 pessoas morreram em decorrência das chuvas e deslizamentos de terra no estado do Rio de Janeiro com as chuvas da última semana. A cidade com o saldo de vítimas mais pesado é Niterói, na região metropolitana da capital, com 146 mortes e 43 feridos.
Fonte : cancaonova.com

A Arte de celebrar a Liturgia



Precisamos imediatamente começar a realizar a arte de celebrar a Sagrada Liturgia, se quisermos tornar presente a visão expressa na Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II.
Primeiro, precisamos entender que o termo arte geralmente se refere a habilidades criativas que contribuem com a beleza. Entretanto, da forma como isso se aplica à Sagrada Liturgia, as habilidades humanas são subordinadas à realidade divina que está acontecendo. Quando o foco é no humano, separado do divino, a celebração da Liturgia sofre.
Não deve haver qualquer tensão entre a arte de celebrar e a plena, ativa e frutuosa participação de todos os fiéis. Infelizmente, no primeiro estágio de implementação da Constituição sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, uma grande ênfase foi dada no aspecto externo da participação do povo. Como resultado, o foco na plena participação pendeu mais na direção do envolvimento de ministros leigos na Liturgia do que nas disposições interiores requeridas para fazer a participação mais frutuosa. Na Sagrada Liturgia é Cristo quem age. O que é incrivelmente importante é que nós somos interiormente unidos a Ele na oferta sacrifical que Ele fez uma vez historicamente e que é re-presentada na celebração sacramental da Liturgia. O Senhor é o artista. A nossa parte é estar unidos a Ele.
Logo, a arte de celebrar bem não é apenas questão de executar uma série de ações reunidas em uma unidade harmoniosa, mas uma comunhão profundamente interior com Cristo e sua ação auto-sacrifical e salvífica. Isto significa que o sacerdote precisa entrar em uma atitude profundamente reverente, totalmente concentrada e humilde, de fé e oração. Seu senso de temor tem que ser tangível. Seu desejo de viver o que está celebrando tem que ser reconhecido em sua vida.
Mais ainda, a Sagrada Liturgia é uma ação que foi confiada à Igreja. O celebrante não é dono da Liturgia. Ela não é sua para que possa alterá-la. A Liturgia é um presente, um tesouro, a ser respeitada e recebida com senso de reverência e protegida contra uma secularização inapropriada.
O próprio Cristo é o principal celebrante. O Papa Bento XVI, na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Sacramentum Caritatis (N.23), afirma esta verdade vigorosamente:

“É necessário que os sacerdotes tenham consciência de que, em todo o seu ministério, nunca devem colocar em primeiro plano a sua pessoa nem as suas opiniões, mas Jesus Cristo. Contradiz a identidade sacerdotal toda tentativa de se colocarem a si mesmos como protagonistas da ação litúrgica. Aqui, mais do que nunca, o sacerdote é servo e deve continuamente empenhar-se por ser sinal que, como dócil instrumento nas mãos de Cristo, aponta para ele. Isso exprime-se de modo particular na humildade com que o sacerdote conduz a ação litúrgica, obedecendo ao rito, aderindo ao mesmo com o coração e a mente, evitando tudo o que possa dar a sensação de um seu inoportuno protagonismo”.

Um dos grandes riscos ao celebrar a Missa voltado para o povo é que o sacerdote será tentado a atrair a atenção para si mesmo. Somos todos humanos. Mas o centro da ação é Cristo. A forma como falamos e agimos tem que atrair a atenção para esta verdade. Logo, um senso de temor e mistério deve perpassar a celebração com o silêncio apropriado e num espírito de oração. O que fazemos é Liturgia Divina. É eclesial em sua forma. Não deve estar sujeita a ajustes pessoais. É por isso que a correta arte de celebrar envolve aderência fiel às normas litúrgicas em toda a sua riqueza.
O Santo Cura D´Ars certa vez escreveu:

“Todas as boas obras juntas não se igualam ao valor do sacrifício da Missa, porque elas são boas obras de homens, e a santa Missa é a obra de Deus. O martírio não é nada em comparação a isso; ele é o sacrifício que o homem faz de sua vida a Deus; a Missa é o sacrifício que Deus faz ao homem de seu Corpo e seu Sangue”.

Deus nos conceda a todos nós que somos sacerdotes a graça de realizar e cumprir este papel maravilhoso de tal forma que verdadeiramente propiciemos a “plena, ativa e frutuosa participação de todos os fiéis”.
 

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