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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Cristo: um Pelicano!



Poderia soar como uma heresia, ou como uma grande falta de respeito com a pessoa de Cristo, porém realmente está é uma comparação que se tem feito a bastante tempo. De fato, provém dos primeiros séculos do cristianismo, quando se compreendia muito mais do que agora a doutrina cristã.
Porém, que tem a ver Jesus Cristo com um pelicano? Por que ocorreu a eles, os primeiros cristãos, dar-lhe uma comparação tão rara? No mínimo, poderiam tê-lo comparado com um animal mais gracioso e não com um pássaro com uma papada tão grande.
Porém, a comparação não poderia ser mais correta.
O pelicano é um pássaro não muito estético. Sua grande bolsa, na qual armazena comida para suas crias, lhe faz parecer ver inclusive o ridículo (sim se lhe compara com uma ave como a águia, por exemplo, que é muito mais chamativa, ágil e que seguramente a todos nós mais agradável).
Porém, aos primeiros cristãos não lhes ocorreu fazer a comparação tomando em conta qualidades, habilidades ou estética (que é no que todos normalmente nós fixamos hoje em dia), senão que fizeram a comparação por um ato concreto que fazem os pelicanos.
Quando suas crias nascem, os pelicanos, como todos os animais, têm que buscar comida para alimentar-lhes. Estas aves são grandes pescadoras e alimentam a suas crias com os pescados que armazenam em, assim digamos, suas grandes “papadas”.
O interessante não é isto (porque todo o mundo sabe como os pelicanos alimentam a suas crias). O que é verdadeiramente fora do comum, é que, se o pelicano adulto não encontra comida para seus filhos, em vez de abandoná-los (como a maioria dos animais faria) lhes dá de comer... Porém de sua própria carne.
Quando não tem uma forma de alimentar a suas crias, o pelicano arranca de si nacos de carne utilizando seu pontiagudo bico, e alimenta a seus filhos com sua própria carne e sangue. Sacrifica sua vida para que vivam seus filhos.
Aqui está o parecido com Cristo, que nos alimenta real e verdadeiramente com seu Corpo e seu Sangue sempre que o recebemos na comunhão.
Como dizia no princípio, os primeiros cristãos conheciam a fundo sua fé, e o que esta implicava, por isso fizeram esta comparação tão acertada, que, para os que não conhecem bem sua fé católica, pode parecer ilógico. Porque desgraçadamente, isso se passa muito hoje em dia: não conhecemos nossa fé.
Estou seguro de que se todos os católicos tivessem a consciência de que é Cristo mesmo quem recebemos na comunhão, o receberiam muito mais freqüentemente, e além do que, dariam um sentido muito mais importante à Missa (não seria simplesmente ir a escutar o clássico sermão do padre, ou um ato social como qualquer outro), transformaria por completo a atitude com que hoje em dia se vai (se é que se vai) à Missa.
É o momento no qual o mesmo Cristo nos alimenta com seu Corpo e seu Sangue para nos salvar, quando como o pelicano, dá a vida por nós, para que possamos ter vida eterna. Assim como as crias do pelicano não poderiam viver sem a carne que este lhes dá (sua própria carne), assim também nossa alma não poderia viver sem o alimento da Eucaristia, o Corpo e o Sangue de Cristo.

Não existe espiritismo Cristão!


Não existe espiritismo “cristão”. Existe espiritismo, e sua doutrina não é cristã.
Chico Xavier está na moda. Até filme fizeram dele, e não faltam católicos que o defendam, que o considerem um santo. Mas como um santo poderá obrar contra a Igreja? E a comunhão dos santos? Pode um santo ensinar algo contra a Igreja dos santos? Um santo que não é católico, que não crê na divindade de Cristo, que ensina a reencarnação e o contato com o além-túmulo?
Tais católicos nem sempre são espíritas. Até não aceitam o espiritismo, mas, diante das obras filantrópicas do médium Chico Xavier, esquecem a fé e apelam ao sentimentalismo barato.
Muitos desses católicos são os primeiros a atacar o Papa…
A verdade é que Chico Xavier não é santo. Pode até ter feito coisas boas, do ponto de vista natural, porém o mérito sobrenatural só pode ser ganho com estado de graça, unindo-se aos méritos infinitos de Cristo, morte na Cruz por nossa salvação. Chico, como espírita, nega o valor expiatório da Cruz. Como terá méritos sobrenaturais? Se está salvo, se está no céu, ou não, isso não é problema nosso. Não julgamos consciências, e não podemos afirmar que não tenha se salvado, por uma contrição perfeita no último suspiro, ou pela invencível ignorância acerca da verdadeira fé. Podemos ter conjecturas com base em sua vida, mas a palavra final é de Deus.
Todavia, podemos, e devemos, analisar seus ensinos e contrapo-los à verdade católica. E, com isso, vemos claramente: Chico Xavier pode ter feito coisas boas, mas não aderiu a Cristo Jesus como seu Rei, Senhor e Salvador, nem confessou a fé da única Igreja deixada por Ele. Não foi, pois, santo algum.
Além disso, o médium praticou diversas fraudes em suas sessões mediúnicas, como mostram os seguintes artigos. Além disso, cometeu inúmeros erros grosseiros, como associar São Luís Gonzaga a São Luís IX (fundou o “Centro Espírita São Luís Gonzaga, Rei da França” – parece que os espiritos superiores não lhe ensinaram que são “luíses” diferentes, e o rei da França era o IX, não o Gonzaga, com séculos de distância um do outro…).
fonte: comunidadeshalom.com.br
 

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