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sábado, 13 de março de 2010

Bento XVI volta a tocar na ferida, sobre errôneas interpretações do Vaticano II


Segue abaixo uma citação da última catequese do papa.

Nesse ponto, talvez seja útil dizer que também hoje existem visões segundo as quais toda a história da Igreja no segundo milênio teria sido um declínio permanente; alguns veem o declínio subitamente após o Novo Testamento. Na verdade, “Opera Christi non deficiunt, sed proficiunt” ["As obras de Cristo não retrocedem, não são enfraquecidas, mas progridem"]. O que seria a Igreja sem a nova espiritualidade dos Cistercienses, dos Franciscanos e Dominicanos, da espiritualidade de Santa Teresa de Ávila e de São João da Cruz, e assim por diante? Também hoje vale afirmar: “Opera Christi non deficiunt, sed proficiunt”, ide avante. São Boaventura nos ensina, pelo exemplo, o discernimento necessário, por vezes severo, do realismo sóbrio e da abertura a novos carismas doados por Cristo, no Espírito Santo, à sua Igreja. E, enquanto se repete essa ideia de declínio, há também uma outra, este utopismo espiritualístico que se repete. Nós sabemos como, depois do Concílio Vaticano II, alguns estavam convencidos de que tudo era novo, que havia uma outra Igreja, que a Igreja pré-conciliar é finita e teríamos outra, totalmente diferente. Um utopismo anárquico e, graças a Deus, os sábios timoneiros da barca de Pedro – Papa Paulo VI, Papa João Paulo II – defenderam, por um lado, a novidade do Concílio e, ao mesmo tempo, a unicidade e continuidade da Igreja, que é sempre Igreja de pecadores e sempre um lugar de graça.

Fonte: Frates in unum

Bispo do Brasil fala ao congresso teológico em Roma, sobre situação atual do sacerdote


Caríssimos irmãos, postei ontem uma recente mensagem do Santo Padre, o papa Bento XVI sobre o perigoso reducionismo do sacerdócio na cultura hodierna. Agora trago a interessante notícia sobre o congresso promovido pela Congregação para o Clero e que acontece na Pontifícia Universidade Lateranense em Roma. Contando com proximadamente 750 padres de todo o mundo, mais de 100 reitores e formadores de seminários e cerca de 60 bispos - na maior parte delegados das conferências episcopais. Também estão presentes seminaristas e padres estudantes dos ateneus romanos. Neste encontro mais uma vez emergiram grande sinais para o tempo de hoje, vejam o que disse o bispo de Petrópolis, no Rio de Janeiro, Dom Filippo Santoro. Este grande influente participante no Celam disse:

"A formação do sacerdote na América Latina, observou Dom Santoro, era muito voltada ao papel de promotor de atividades sociais e políticas, e raramente como homem do culto. Diferentemente, agora se começa a desenvolver também a preparação litúrgica como guia da comunidade. No mundo moderno, há uma exigência da radicalidade do sacerdote que deve recordar que ele é sinal de Cristo enquanto Chefe e Bom Pastor, enfatizou o prelado". Fonte: Gaudium et Spress

Parece-me que bons ventos estão soprando na Igreja...
 

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