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segunda-feira, 22 de março de 2010

Arranjo Beneditino

Uma das grandes preocupações para com a Liturgia do Santo Sacríficio é fazer com que a celebração seja toda voltada para o Mistério que se é celebrado, ou seja o Sacríficio de Jesus Cristo ao Pai em favor de nós. O arranjo beneditino tem sua origem nos antigos arranjos do Rito Romano em sua forma extraodirnária, onde seis candelabros eram expostos em cima do Altar, o nome beneditino acaba por ser uma referência ao Papa Bento XVI que tem tornado este arranjo muito popular em toda a Igreja.
Com o surgimento da forma em que o Padre se encontra de frente para a Assembléia, verifica-se que as vezes muitos fiéis pensam que a Missa possa estar sendo celebrada para a Assembléia, enquanto a correta compreensão é que a Santa Missa é celebrada pelo Sacerdote com a Assembléia, tendo a centralidade inteiramente em Cristo Jesus, pois é Ele mesmo que oferece o Santo Sacrifício a Deus por nós.

Por isso o arranjo beneditino se torna muito útil para a compreensão do Mistério celebrado, tem em si a simbologia do Mistério e é uma forma em que sugere uma verdadeira e correta catequese litúrgica.

O arranjo consiste em colocar sobre o Altar 6 candelabros com velas acessas e no centro do Altar expõe se o crucifixo do Senhor. Nas Missas celebradas pelo Bispo em sua Diocese utiliza-se 7 candelabros, o sétimo fica alinhado com o Crucifixo ao centro.

O Uso das velas sobre o Altar







Estas fotos, mostram como deve ser preparado o altar para Missa Solene com o bispo. Principalmente nas ordenações, crismas e solenidades da diocese. Vejamos também a colocação da cruz do altar.




As velas também podem ser colocadas ao redor do altar.


“Haja também sobre o altar ou perto dele uma cruz com a imagem do Cristo crucificado que seja bem visível para o povo reunido. Convém que tal cruz que serve para recordar aos fiéis a paixão salutar do Senhor, permaneça junto ao altar também fora das celebrações litúrgicas.” (IGMR, 308)

OBS: Nunca o altar deve se apresentar só com 1 vela acessa o que é proibido pelo Missal Romano de Paulo VI.

O altar seja coberto ao menos com uma toalha de cor branca. Sobre ele ou ao seu redor, coloquem-se, em qualquer celebração, ao menos dois castiçais com velas acesas, ou então quatro ou seis, sobretudo quando se trata de Missa dominical ou festiva de preceito, ou quando celebrar o Bispo diocesano coloca-se sete(...).
(Cf. IGMR 117)

A CRUZ DO ALTAR:



“(...)Haja também sobre (= pela superfície de (o)) o altar ou em torno dele(= ao lado), uma cruz com a imagem do Cristo crucificado.(...)”(IGMR ,117)

Devemos lembrar aos senhores cerimoniarios e sacerdotes que é obrigatorio o uso do crucifixo que fica de frente para os fiéis durante e depois da missa. Além do crucifixo que fica sobre ou junto ao altar, que tradicionalmente fica no meio do altar e o crucificado virado para o celebrante. Onde se tem a opção também de colocar a cruz processional junto ao altar.

É de louvar que a cruz processional fique erguida junto do altar, de modo a ser a própria cruz do altar, aliás, será retirada. (Cerimonial dos Bispos, 129)

“A cruz, ornada com a imagem do Cristo crucificado trazida eventualmente na procissão, pode ser colocada junto ao altar, de modo que se torna a cruz do altar, que deve ser uma só; caso contrário, ela será guardada em lugar adequado; os castiçais são colocados sobre o altar ou junto dele; o Evangeliário seja colocado sobre o altar”. (cf. IGMR 122)



Fonte: Dominus Vobiscum

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